Dança Macabra


Título Original: Danse Macabre


Título Traduzido: Dança Macabra (1989Presente)


Ano de Publicação: 1981


Páginas: 464 (Edição de 2007 – Suma de Letras)


Tradução: Louisa Ibañez


Data de Publicação nos EUA: 20/04/1981


Personagens: ———-


Conexões: ———-


Personagens Citados: ———-


SinopseDança Macabra é o primeiro livro de não-ficção escrito por Stephen King. Nele, o autor passa um pente-fino no entretenimento do horror, partindo dos anos 1950 até o começo dos anos 1980. Nesta obra, King discute filmes, livros, gibis, seriados, e tantas outras formas usadas para expressar sustos e divertir os fãs do terror. Do pior ao melhor, Stephen King vai desconstruindo cuidadosamente as obras das quais fala a respeito. Trata-se de um almanaque do terror escrito por quem entende verdadeiramente do assunto.


Adaptações: ———-


Derivados: ———-


Disponível no Brasil pelas Editoras: Francisco Alves (1989); Objetiva (2003); Planeta DeAgostini (2004); Objetiva (2007); Ponto de Leitura (2012); Suma de Letras (2013)


CURIOSIDADES

– O livro é dedicado a seis escritores que, na época, estavam vivos: Robert Bloch (autor de Psicose); o argentino Jorge Luis Borges (O Aleph); Ray Bradbury (Fahrenheit 451); Frank Belknap Long (autor que contribuiu para o Cthulhu Mythos, de H. P. Lovecraft); Donald Wandrei e Manly Wade Wellman.

– King admitiu que quando seu editor Bill Thompson sugeriu que ele escrevesse um livro de não-ficção sobre o horror, se sentiu intrigado e amedrontado ao mesmo tempo.

– Um dos argumentos que Bill Thompson usou para convencer King a escrever o livro foi que o autor não precisaria mais responder perguntas entediantes sobre o assunto se escrevesse uma espécie de “manual”.

– Quando perguntado se algum dia escreveria um “Dança Macabra 2”, King disse que trabalhar no primeiro livro havia sido cansativo demais, e que não iria querer fazer uma continuação tão cedo; isso se tivesse paciência para escrevê-la.

– No livro, King enumera três níveis para o gênero que discute: terror, horror e repulsa. No primeiro, que ele considera o melhor, está o elemento do susto sem apelar para monstros sanguinários. Em seguida, os monstros sanguinários. Por último, aquilo que o monstro sanguinário faz. Uma de suas mais famosas frases se aplica a esta filosofia: “Eu reconheço o terror como a melhor das emoções, então eu tentarei aterrorizar o leitor. Se eu não conseguir, então tentarei horrorizá-lo. E se eu descobrir que não consigo horrorizá-lo, apelarei para o sangue e as tripas, e não me orgulho disso.”

– A versão norte-americana do livro lançada em 2010 vem com um ensaio extra intitulado “What’s Scary”.

– As reedições subsequentes do livro contavam com correções enviadas pelos próprios leitores a pedido de Stephen King.

– Espanha, Portugal e Brasil são países que traduziram o romance “The Stand” como A Dança da Morte, o que causou certa confusão quando Stephen King publicou Dança Macabra pela similaridade dos títulos. Na França, “Dança Macabra” fora o título escolhido para a antologia Sombras da Noite. Sem ter muitas alternativas, as editoras francesas resolveram, nos anos 1990, chamar este livro de “Danse Macabre – Anatomie de l’horreur”.