A Torre Negra


Título Original: The Dark Tower – Volume VII: The Dark Tower


Título Traduzido: A Torre Negra – Volume VII: A Torre Negra (2007―Presente)


Ano de Publicação: 2004


Páginas: 872 (Edição de 2007 – Suma de Letras)


Tradução: Mário Molina


Data de Publicação nos EUA: 21/09/2004


Personagens: Roland Deschain, Eddie Dean, Jake Chambers, Susannah Dean


Conexões: Todo o universo de Stephen King


Personagens Citados: ———-


Sinopse: As forças do mal jogam todas as cartas que dispõem numa última tentativa desesperada de impedir o pistoleiro de atingir o seu objetivo. Os destinos de todos os mundos e da Torre Negra jazem em suas mãos. O Rei Rubro observa de longe. A batalha final de Roland Deschain e seu ka-tet acaba de começar.


Adaptações: A Torre Negra (2017)


Derivados: ———-


Disponível no Brasil pelas Editoras: Objetiva (2007); Suma de Letras (2012); Ponto de Leitura (2013)


CURIOSIDADES

– Após 34 anos escrevendo a jornada de Roland Deschain, Stephen King dedica o volume final da saga a nós, Leitores Constantes.

– Depois de décadas lançando a saga A Torre Negra esporadicamente, Stephen King acelerou a escrita e publicação dos últimos três volumes da série após ser atropelado em 1999. O autor contou que, após o acidente, teve medo de não conseguir concluir a jornada de Roland Deschain e que, por isso, resolveu se concentrar em finalizá-la o mais rápido possível.

– O livro possui quatro subtítulos/temas: REPRODUÇÃO, REVELAÇÃO, REDENÇÃO e RECOMEÇO. “Reprodução” já havia sido o subtítulo de Canção de Susannah; “Redenção” foi o subtítulo de As Terras Devastadas e “Recomeço” é o subtítulo do primeiro romance da saga O Pistoleiro.

– Concorreu e venceu o Locus Award de 2005 na categoria Melhor Romance de Fantasia.

– O livro foi publicado no dia 21 de setembro de 2004, aniversário de 57 anos de Stephen King.


CURIOSIDADES COM SPOILERS

– Durante o livro, Bryan Smith reconhece Stephen King e diz adorar “o livro com o São Bernardo”. Ao perguntar o nome do cachorro, King responde: “Cujo – Era uma palavra que Roland conhecia, uma palavra que Susan Delgado costumava usar quando os dois estavam sozinhos. Em Mejis, ‘cujo’ significava ‘meu querido'”.