Cujo


Adaptação do Livro: Cujo (Cujo, 1981)


Adaptação do Conto: ———-


Título Original: Cujo


Ano de Produção: 1983


Duração: 93 minutos


Data de Estreia nos EUA: 12/08/1983


Data de Estreia no Brasil: 13/01/1984


Elenco: Dee Wallace, Danny Pintauro, Ed Lauter, Daniel Hugh-Kelly, Christopher Stone


Direção: Lewis Teague


Sinopse: Na pacata cidade de Castle Rock, a família Trenton vem enfrentando sérias dificuldades. Enquanto Donna sente seu casamento ruir, aliviando a amargura nos braços de outro homem, Vic está com problemas no trabalho. No meio de tudo isso, Tad, o filho do casal, não para de ter pesadelos, noite após noite. Nada disso, porém, chegará perto dos apuros em que Donna se meterá ao parar numa isolada oficina mecânica com Tad. Nas redondezas está Cujo, um São Bernardo que já foi tão gentil e doce quanto a maioria dos cachorros domesticados; mas após ser mordido por um morcego, Cujo, que contraiu o vírus da Raiva, é dirigido por uma sanha irracional de estraçalhar tudo o que vê pela frente.


Disponível no Brasil em: VHS, DVD, Blu-Ray, Streaming (Amazon Prime, Darkflix), VOD (iTunes, Microsoft Store)


CURIOSIDADES

– Para fazer o São Bernardo “atacar” o carro, os treinadores colocaram os brinquedos favoritos dele no automóvel fechado. Isso fazia com que o cão pulasse desesperadamente para pegá-los, dando, no filme, a impressão de que estava atacando os personagens.

– Cinco cães foram usados nas gravações, além de uma cabeça mecânica e um cara vestido numa roupa de São Bernardo.

– “Cujo” é uma palavra indígena antiga que significa “força invencível”.

– A baba na boca dos cachorros utilizados no filme foi criada misturando claras de ovo e açúcar. Os cachorros davam problemas à equipe de filmagem porque não paravam de querer comer a mistura.

– Peter Medak seria o diretor original do filme, mas Lewis Teague acabou ficando com o trabalho.

– Um rottweiller foi usado em alguns closes, porque um São Bernardo não conseguia parecer tão malvado.

– Os cães usados no filme precisaram ter seus rabos atados às patas. Eles se divertiam tanto nos sets que suas caudas não paravam de balançar; obviamente, esta não seria uma reação de um cão raivoso.

– Primeiro filme de Danny Pintauro e de Daniel Hugh-Kelly.

– Lewis Teague foi recomendado pelo próprio King após o autor assistir ao filme anterior do diretor, o clássico “Alligator: O Jacaré Gigante” (1980).

– Dee Wallace e Christopher Stone (que interpreta seu amante) eram casados na época das filmagens.

– O pequeno Danny Pintauro tinha apenas seis anos na época das filmagens e ainda não sabia ler. Ele decorava as falas graças à ajuda da mãe, que lia o roteiro para ele.

– Na parte em que Cujo cerca os Trenton no carro, era para estar realmente quente a ponto dos atores suarem, mas o clima estava muito frio. Aquecedores foram postos no carro para manterem os atores quentes.

– Xarope da marca “Karo” foi usado para criar o sangue falso (o mesmo artifício foi utilizado em “Carrie, a Estranha”).

– A neblina na cena em que Brett encontra Cujo foi criada artificialmente com uma máquina. O efeito acabou alertando os bombeiros da cidade, que pensaram que a floresta onde ocorriam as gravações estava pegando fogo.

– Stephen King cita este filme como sendo uma das mais exitosas adaptações de um trabalho seu. Seu momento favorito é a cena em que Cujo salta pela primeira vez contra a janela do carro de Donna.

– O pequeno Danny Pintauro realmente mordeu os dedos da atriz Dee Wallace na cena em que começa a ter convulsões; a reação da atriz é bem legítima.

– Depois das filmagens, a atriz Dee Wallace disse que jamais ia querer ver outro Ford Pinto (o carro usado no longa) na sua frente.


TRAILER